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BallasCast – Episódio 37 – Entrevista com Daniel Nascimento (Final)

EPISÓDIO 37 – ENTREVISTA COM DANIEL NASCIMENTO (PARTE FINAL).


Senhoras e senhores, ladies and geeeeeeeeeeeeentlemaaaans, madames et messieurs, paraquedistas e paraquedistos, está começando mais um…


BALLASCAST.


MÚSICAAA…


 


Olá, olá, olá, seja espantosamente bem-vindo ao BallasCast!


Se é a sua primeira vez, lembre-se que a primeira vez a gente nunca esquece, e se a sua trigésima sexta vez, thank you, obrigado, danke chan, merci beaucoup, todarada, todos os agradecimentos do mundo em todas as línguas.


E hoje é o último episódio da entrevista que eu fiz com o Daniel Nascimento da Cia. Barbixas de Humor, que faz o Improvável, que está em cartaz a dez anos aqui em São Paulo, todas as quintas feiras, no teatro Tuca.


Um dos canais do YouTube mais vistos do Brasil, ele fez TV comigo, é tudo Improviso, fez 5ª Categoria, fez Tomara que Caia na Globo, que é melhor a gente não lembrar…


Então com vocês a nossa interview NOW!


(Música)


 


Muito bem Dani, então vamos agora terminar, finalmente, a nossa entrevista com “Momento Complete a Frase”


(Música)


– Oh, Daniel Tauszig não precisamos de você.


Oh, Dani!


– Sou EU!


– Complete a frase.


– Completo a frase… Essa foi uma frase que eu já completei.


– Não, agora vai começar tá? É agora…


– Ah…


– Uma coisa que eu não vivo é sem…


– Celular!


– Dinheiro é…


– Uma, uma nota verde, mas as vezes amarela…


– UAU!


– Porque a de vinte é amarela.


– UAU! Se pudesse testemunhar qualquer evento da história da humanidade, seria…


– Seria o meu nascimento!


– UAU!


– Não quis ser, não quis ser…


– Mas foi bonito!


– Foi, só pensei a primeira coisa, porque tem uma história que eu nasci com sete voltas do cordão umbilical no meu pescoço…


– Uau…


– E eu até hoje acho isso muito estranho, como é que cabe sete voltas?


– Sete voltas?


– Eu podia tá lá pra ver né?


– Era um cordão umbilical gigante né?


– Então eu não sei, como é que…


De repente eu sou filho de um elefante e não sei também…


– Uau! Meus amigos me descrevem como…


– Chato!


– Ah, é verdade! O Daniel você não sabe, mas o Dani é chato.


Eu mudaria no mundo…


– Ah, o eixo da Terra, mas isso talvez criasse um problema muito sério e ia acabar com o planeta…


– Acho que ia dá, acho que ia dá, acho que é complicado…


– Mas eu faria pouco, só pra ver se funciona mesmo, porque falam que vai acontecer tanta coisa quando mudar o eixo da Terra.


Eu acho meio estranho isso, porque a Terra é muito grande, uma mexidinha só…


– Se eu fosse um cachorro eu…


– Talvez eu não estaria aqui dando essa entrevista, porque eu viveria só tipo oito anos.


(Latido?)


– Um ioiô é…


– Um ioiô é um brinquedo, mas com cream, vira um doce.


– Uau! Ioiô Cream, olha!


– Você sabia que…


– Gostei dessa.


Eu admiro as pessoas que…


– Leem e escrevem a mão, eu tenho, acho incrível as pessoas que escrevem com caneta, em blocos. Eu não tenho essa habilidade, perdi essa habilidade, e não sei se isso é bom ou ruim, ainda estou pesquisando.


– Se eu fosse presidente, a primeira coisa que eu faria seria…


– Ah, eu acho que eu renunciaria morrendo de medo…


– HAHAHAHA. Já?


– Porque você está perguntando no contexto atual né?


– Ah é verdade!


– É, então…


– Eu nem pensei nisso.


– Se você fosse presidente, põe um outro país.


– Se você fosse presidente da Namíbia


Namíbia?


– A primeira coisa que você faria…


– A primeira coisa que eu faria era procurar a Namíbia no Google, pra ver onde é direitinho, ver como é que funciona…


– Na África, na Oceania


– Ver qual é o, qual é a situação política porque eu acho que lá é monarquia então não vai nem dar pra ser presidente…


– É verdade.


– Mas eu checaria um pouco, eu chegaria.


– Meu dia perfeito é quando…


– Eu consigo, é, estudar um pouquinho, pesquisar, gosto de estudar, pesquisar. E meu dia perfeito é quando eu consigo parar um tempo pra fazer pesquisa e estudar e também eu gosto dos dias que eu como direito, que são raros né?


– Hum, uma música que eu gosto muito é… (pode cantar)


– UAU. (Vinheta do Jornal Nacional)


– Boa noite!


– Boa noite, é uma versão axé que o Tauszig fez do Jornal Nacional


– Ahn, do Jornal Nacional!


– É a minha música preferida, de longe. Porque eu acho que esse negocio de transformar noticia em axé, pelas mãos do Daniel Tauszig é muito engraçado, é uma piada que a gente só vê aqui dentro.


– Entendi. Você acha uma piada musical?


– Eu vejo, eu vejo na hora. O William Bonner falando…


“BOA NOITE MINHA GEEEENTIIII, TÁ COMEÇANDO MAIS UM JORNAL NACIONAL, SEGUUUUUURA FÁTIMAAA… ONTEEEM, O DOLAR CAIU…


CAIU…


CAIU…


E FOI LÁ PRA BAIXO, MELHORANDO A IMPORTAÇÃO DO BRASIL”.


– BRASIL! BRASIL!


“ E O EMPREGO CONTINUA CAINDO, MAS O CARNAVAL É LINDO, QUEM TÁ AÍ TA NA SAPUCAÍ”.


– UuUuUuLlL. Uau! Cara no Improváveis você não faz tão boas assim…


– Não faço, no Improváveis eu guardo as piores.


– Você guarda as piores. Você deixa pras entrevistas, é…


– Eu deixo pras entrevistas o que eu tenho de melhor porque isso vai ficar pra sempre né?


– Sim, isso vai ficar pra sempre, YouTube é sempre.


– Isso vai ficar pra sempre…


– A Internet é…


– A Internet é, que coisa, é uma rede mundial de computadores…


– Olha, boa!


– Mas eu quero que você dê outra… Pergunta de novo. A Internet é…


– A Internet é…


– A Internet é um compilado de, dos conhecimentos e de senso comum do planeta.


Marcio Ballas é…


– Nossa que bonito isso, eu paro com isso…


– Desculpa…


Marcio Ballas é… Trocadilho!


– AAAHHH, que lindo.


– E fica feliz com essa informação.


Daniel Nascimento é…


Daniel Nascimento é…


– Em três palavras.


– Diretor…


– Diretor!


– Radialista…


– Radialista!


– Roteirista…


– Roteirista!


– Mas se você perguntasse quatro talvez entrasse aqui improvisador.


– Ai o quarto, você não assume que você é improvisador.


– Mas fala quatro pra você ver…


– Quatro.


– Radialista, diretor, escritor e musico frustrado.


– Olha. Não entraria improvisador…


– Fala cinco pra você ver…


– Cinco.


– Radialista, diretor, roteirista, musico frustrado e improvisador.


– Ah olha, no quinto elemento ele entra.


– No quinto elemento ele entra. Ele varia inclusive se você levar cinco pessoas pra uma ilha, seria o diretor…


– Sei!


Um radialista…


– Sei!


– Um musico frustrado…


– Olha!


Um roteirista…


– Sei!


– E um improvisador.


– Isto é, você se levaria pra ilha…


-UAAAAU!


– Foi a coisa mais egocêntrica, fofa, que eu já ouvi.


– E é profundo!


– É muito profundo!


– Você queria estar com você na ilha…


– Muito profundo. Eu queria tá comigo mesmo numa ilha.


Caramba Ballas, essa entrevista foi a que mais abriu, assim, a minha mente.


E olha que você, você é jornalista?


– Não! Eu sou improvisador, palhaço, apresentador, palestrante e pseudo-entrevistador de programa de YouTube e podcast.


– Eu acabei de reparar que Marcio Ballas colocou improvisador antes de palhaço…


– Olha! Não tinha percebido.


– É, isso é muito importante.


– Será isso um problema?


– Há dez anos atrás quando eu te conheci você nem pensava em improvisar… conta pra mim o que aconteceu…


– Doutor, então eu era, eu era palhaço sabe?


– Uhum…


– Mas agora eu…


– Agora você é improvisador?


– É!


– Entendi. E você acha que isso é culpa de quem?


– Ah, eu acho que é culpa do mercado e dos três filhos que eu tive né?


– Entendi! Se você pudesse ver essa pessoa nessa ilha deserta, quem é?


– Essa pessoa? Sou eu doutor.


– Mas quantos Vocês tem aqui dentro?


– Cinco!


– E tem aqui dentro?


– Aqui dentro só tem um! Que é o ventrículo. Que é aquele que fala assim…


– Mal sabe ele que ele tem o átrio também…


– Ah é?


– Tem o átrio aí dentro também!


– Fechamos o nosso segundo átrio agora. Muito obrigado Daniel.


– Muito obrigado pelo convite, um abraço pra todo mundo do BallasCast, que eu ouvi uma vez… Ouvi uma vez!


– Você ouviu uma vez? Que bom!


– Então um abraço pro Ballas… Pro pessoal do BallasCast e pra você que viu essa entrevista.


– Obrigado! Thank you!


– Obrigado!


–  I Love U!


I Love U2!


– Este foi Daniel Nascimento


Palmas senhoras e senhores…


Palmas senhoras e senhores…


Mais palmas…


Thank you Daniel.


Final do episódio.


(Música)


 


Muito bem, muito bem, muito bem, chegamos ao final de mais um episodio (AAAHHH), mas na segunda feira que vem tem mais (EEEEHHHH).


E se você quiser fazer parte do BallasCast, é um grupo muito legal que eu tenho no Facebook, onde eu coloco alguns conteúdos exclusivos, vou colocar uns trechinhos das entrevistas do Dani que não entraram nesse podcast.


Então é só você solicitar que eu aceito you, se você quiser.


E você poderá ver essa entrevista mais pra frente, no YouTube, no meu canal, ela foi filmada.


Então em breve lá no canal Márcio Ballas, com dois eles, você pode já se inscrever e saber em primeiríssima mão, e vamos ao nosso momento merchand


(Música)


 


“Oh Marcio, eu queria assistir o espetáculo de vocês, como é que eu faço? “.


É fácil, todas as quartas feiras têm noite de improviso aqui em São Paulo, na rua Augusta, ali no burburinho, perto das assistentes sociais, é só vir.


Mais informações, marcioballas.com.br.


É isso aí, a gente se ouve na semana que vem.


E vou pegar aqui emprestado uma historinha de Rafael Barba, meu amigo, que perguntou.


“Ballas, sabe o que o russo disse pro outro quando estava com frio na Sibéria?


Ondé que os casaquistão? ”.


 


Thank you very much…


Whejkhwuhfuoh


Lwjegijehihen


Jhfowhhuohd


Thank You Buda, thank you universe.


Bye Bye.


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