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BallasCast – Episódio 40 – Perguntas e Respostas

EPISÓDIO 40 - PERGUNTAS E RESPOSTAS.


Senhoras e senhores, ladies and geeeeeeeeeeeeeeeeeentlemans, fisiculturistas e fisicaturistas, está começando mais um…


BALLASCAST…


MÚSICAAA!


Olá, olá, olá, seja fantástica fábrica de chocolates, multi bem-vindo ao BallasCast, se você já ouviu, bem-vindo de volta, se você não ouviu bem-vindo pela primeira vez.


Saiba que, no começo eu contei as minhas histórias, falei dos Palhaços Sem fronteiras, dos Doutores da Alegria, depois algumas entrevistas, depois falei da linguagem do palhaço e do improviso.


Tem um grupo no Facebook, que é o BallasCast, e neste grupo eu pedi ideias, sugestões, perguntas para gravar um BallasCast e acabei não usando algumas.


Então hoje eu resolvi usar algumas perguntas que estão lá no grupo, que não dariam um podcast inteiro, mas juntando elas…


Vamos fazer esse episódio de hoje que começa, NOW!


(Música)


PERGUNTAS E RESPOSTAS.


(Música)


Eu vou começar com a pergunta da Renata Felizola, que é um nome incrível né?


Ela podia ser palhaça com esse nome…


Renata Felizola, que me pergunta…


 


Se você fosse fazer outro TED Talk, sobre qual tema seria?


Muito obrigado pela sua pergunta.


Seguinte… eu disse que anteriormente assim, o meu sonho quando eu tava fazendo o TED, pensando, era terminar o TED, para poder dizer que fiz um TED, mas nunca mais pensar, porque deu um trabalho.


É uma pergunta tão profunda e tão difícil, o que você falar, como você ser conciso com o que você escolher do seu assunto, então nesse momento eu não quero fazer TED, eu só quero ajudar outras pessoas a fazerem o TED delas…


O que eu fiz com o Buda, nosso amigo…


Rodrigo Geribello que acabou de fazer o TED, enfim, neste momento no more TEDs.


Flávia Redivo, minha querida amiga Flavinha Redivo, pergunta:


 


Ballas, personagem versus vida real, o que um empresta do outro?


Muito legal ela perguntar isso, porque muitas pessoas falam “Ai Ballas, que legal você, palhaço né? Você com seus filhos deve ser palhaço, a sua deve ser um arco íris não é mesmo? ”.


Não, não é mesmo!


Não é assim que rola!


Saiba você que a vida de palhaço, de ator, de improvisador, é muito difícil como a vida de qualquer um.


Por exemplo, hoje eu tenho um ensaio que eu tenho que encontrar o final do meu solo, faz um ano que eu estou trabalhando um solo e não conseguimos, eu e a diretora Rhena de Faria, realmente achar um final tem sido desesperador, é terrível, dá um frio danado, eu não quero pensar…


Mas eu vou ter que sair daqui e ir…


Tem dias no Comedians, que é quarta feira a noite que eu exausto, acabado, trabalhei o dia inteiro em outras coisas, e eu não estou afim de ir lá divertir as pessoas…


Não, vai lá! Você tem que sair da sua casa e ir lá!


Na semana passada eu fui fazer um show que era longe pra cacete, eu não queria ir… era um show que assim, eu tinha que pegar um avião, na sequência desse avião eu peguei um carro, e na sequência desse carro ainda tinha um barco pra chegar no lugar.


Então eu não podia chegar para o cliente e falar “Olha, infelizmente a sua empresa é muito longe viu? O sítio que você escolheu é uma p***”.


Não dá!


Você tem que… então quer dizer, não é isso que as pessoas imaginam.


Agora uma coisa que obviamente eu acho que empresta do palhaço e do improviso, é essa coisa que eu chamei do olhar o SIM né?


Que é o assunto do meu TED né?


Então eu acho que eu aprendi com o palhaço e com o improviso a tentar ser mais SIM na vida, nas minhas relações, no meu cotidiano, com as pessoas, com todo mundo… levar o SIM para a minha vida, esse é um dos meus objetivos de vida que eu aprendi, do palhaço e do improviso.


(Música)


O Ricardo Cortaz fala…


Uma vez por mês, de repente, você pode fazer um episódio de recomendação, um livro, um filme, uma série, uma peça, uma comida, sei lá, que você curtiu bastante e comenta sobre isso.


Não, não vou fazer isso uma vez por mês, mas vamos lá!


Um livro… eu lendo CRIATIVIDADE do Roberto Menna Barreto, e estou achando incrível.


Um filme… RELATOS SELVAGENS, um filme argentino que eu amei.


Uma série… LIE TO ME, que eu vendo e achando incrível.


Uma peça… A ALMA IMORAL, da Clarice Niskier, que está em cartaz em São Paulo, é animal.


E uma comida… BIFE E BATATA FRITA, clássica, para mim é a melhor comida do mundo!


 


O Gláucio Amaral pergunta:


Olha, eu tenho uma ideia mas acho que não vai rolar. Precisamos falar sobre o macaco que nunca tinha oportunidade de se apresentar no “É tudo improviso”, como eu ria da frustação do macaco ao final do programa… COITADO! #voltamacacotalentoso.


Bom, essa pergunta acho que ninguém vai entender, mas resumindo, no “É Tudo Improviso”, a cada final de bloco eu anunciava…


“E daqui a pouco, mais jogos, mais desafios e um macaco que sabe dirigir, não saia daí”.


E aí saía!


Aí no outro final do bloco falava…


“E no próximo bloco, mais jogos, mais desafios novos… um macaco que tem multas no DETRAN, não saia daí”.


E eu sempre ficava anunciando a chegada do macaco com alguma coisa incrível.


“E no próximo bloco, um macaco que sabe cozinhar, sozinho”.


Depois…


“Um macaco que é DJ”.


E eu sempre ficava anunciando a chegada de um macaco, e no final do programa, quando acabava o programa…


“Ah infelizmente não tivemos tempo para o macaco, muito obrigado para você que está em casa, até semana que vem e tchau”.


E aí cortava e entrava, o macaco por exemplo, que a gente anunciou, que é DJ, imitando um macaco vestido de DJ, aí eu…


“Olha desculpa, não dá”.


Aí no outro entrava um macaco com uma multa do DETRAN…


Então era uma piada que a gente repetia sempre, e muitas pessoas não entendiam, tinha gente que falava “Ai que pena! Eu fiquei interessado nesse macaco, acho que era diferente”.


Tinha muita gente que não entendia que era uma piada, era uma brincadeira isso tudo.


E isso tudo foi conseguido a duras penas, porque o diretor não achava graça da piada, e a gente achava muito divertido, porque era aquelas promessas de programas sensacionalistas…


“E daqui a pouco, não perca, o nãnãnã-nãnãnã”.


Era para anunciar uma coisa sensacional, mas de alguma coisa totalmente sem sentido, como um macaco que estudo osteopatia e sabe mexer nos ossos da cabeça…


Enfim, não temos tempo para o macaco.


(Música)


O Anton Ludwig pergunta:


Como o palhaço lida com ser pai, marido, cidadão do dia a dia?


Obrigado Anton pela pergunta, mas no gosto de responder perguntas pessoais…


Obrigado, tchau!


Que bruto né?


 


O Tóta Rozante Jr.… olha o nome do cidadão… Tóta Rozante Jr.


Sera que o pai dele chama Tóta Rozante?


Coitado!


Enfim… obrigado Tóta!


Muita criança tem medo de palhaços e tem gente que carrega sérios traumas até na fase adulta, talvez isso seja um bom tema… ou não hein? Hahahahaha.


5 hahas… obrigado Tóta


É verdade, muita gente chega pra mim e fala “Ai meu filho tem medo de palhaço, eu tinha medo de palhaço”, o que acontece?


É o seguinte… a minha teoria é simples, as pessoas têm medo de palhaço porque provavelmente, cruzou com algum palhaço muito ruim durante a vida dele, seja um pai ou um tio que resolveu assustar/animar as crianças, comprou aquele nariz vagabundo da 25 de março…


“Ei, eu sou o palhaço Mandioquinha e venho….uéééé, ooúúúú,, ururururu, eéééé”.


E aí achou que era simples, enfiou aquele nariz e começou lá assustar/animar as crianças, tenta fazer alguma coisa…


NÃO! NÃO É SIMPLES SER PALHAÇO.


Então o que que acontece? Por conta de um monte de palhaços ruins, muita gente carrega eternamente esses traumas.


Como diria meu amigo Chacovachi, um palhaço argentino…


“Cuidado, un payaço malo puede arruinar tu vida”…


(Música)


Maria Clara Mendes pergunta:


Muito curiosa sobre o seu espetáculo de improviso solo, conta mais sobre isso?


Não posso contar pois estou ensaiando ele, na verdade eu estou treinando esse espetáculo.


Ele tem direção da Rhena de Faria, minha parceira, amiga, Mademoiselle Blanche, palhaça…


Mas neste momento em sala né?


Tem esse tempo que você está na sala trabalhando, pesquisando, estudando… está muito difícil, porque é sozinho e é muito difícil, e eu tenho medo, eu lá na sala, tentando…


HHHHEEEEEEEEELLLLLLLLLLLLLLLLP.


Em breve, em cartaz, nos melhores, ou piores teatros, da sua cidade.


 


Leda Njm, N-J-M, Leda Njm pergunta:


Por que todo humorista se acha fisicamente zuado? Beleza física não combina com comédia?


Obridago Leda, verdade é o seguinte…


Todos os humoristas, se você for perceber, é meio zuado mesmo…


Não tem humorista lindo… o Henri Castelli não é humorista, o Cauã Reymond


Porque? Porque normalmente o humorista é aquela pessoa que é feio entendeu?


Que é estranho, que é meio torto… se você for olhar, olha os comediantes… tem comediante lindão.


Dá uma olhada no Danillo Gentili, no Daniel Duncan, né? Que é um do stand up


O Thiago Ventura.


Tudo meio feio… a galera do improviso, tudo meio feio… é real…


O Elidio, o Anderson… entendeu?


Porque é assim, mas não é à toa!


A verdade eu acredito é que assim, como nós sempre fomos meio estranhos, meio esquisitos, a gente é tinha que achar de uma maneira de entrar no mundo, ou para ser mais direto ao assunto, quando a gente era pequeno, a gente tinha que achar uma maneira de as menininhas olharem para a gente.


De a gente chamar uma atençãozinha, ter amigos e ter mulheres ou homens, se for uma comediantea.


Então é por isso que normalmente a gente é desprovido dessa beleza exterior, mas tem muita beleza interior.


(Música)


Renan Neves, pergunta…


Pode falar sobre o olhar do SIM?


SIM!


É isso!


Tem um episódio inteiro sobre isso também.


 


Felipe Melo pergunta:


Fala se você faz alguma preparação para fazer o podcast, fala também do pessoal que faz parte da gravação do podcast.


Então para fazer o podcast eu listei no começo assuntos que eu achava legal, histórias que eu achava legal e tal.


É verdade que no momento, essas histórias principais né? Acabaram… então a medida que vai passando as semanas, eu vou pensando temas, questões e coisas assim.


Eu não faço grandes preparações para o podcast não, as vezes até faço uma listinha de coisas para falar assim, mas eu vou fazendo, vou errando, vou concertando, vou fazendo de novo, vou fazendo meio no improviso mesmo né?


A equipe do podcast é mega reduzida, quem faz toda essa edição, essas musiquinhas, todos esses efeitinhos, é o Sancler Miranda… então se você quiser fazer um podcast vai atrás dele que é muito legal.


E a Talita Anjos que é quem faz a produção geral, o resto quem vos fala, quem vos pensa, quem matuta nas coisas sou YO.


(Música)


O André Pantalião Ferreira que também ajuda no podcast porque ele sobe os podcasts no meu site, e tem o Emerson também, aliás que eu esqueci, que faz a transcrição de tudo, para quem não consegue ouvir, ou não tem ouvido, ou é surdo que pode ler também os podcasts.


O André pergunta…


Ballas, acho que seria legal você fazer alguns TOP 5, tipo…  TOP 5 MICOS, TOP 5 FRACASSOS, TOP 5 IMPROVISOS, etc.


Obrigado André, vamos começar com TOP 5 micos…


5 micos que eu acho mais incríveis são…


O mico leão dourado, o mico mandril, o mick barbare, o mico black roller e o mico baboo… que são micos muito legais para você, especial, André Pantalião Ferreira.


 


E por último, Renan Neves pergunta.


Marcio, tem um assunto que você é craque… PROCASTINAÇÃO, PODE falar a respeito?


Obrigado Renan, claro que eu posso falar a respeito, mas obviamente não hoje.


Na semana que vem eu falo…


 


E como especial ouvinte do BallasCast, não é uma pergunta, mas eu queria compartilhar uma mensagem que eu recebi da Inês, de Portugal, de Alentejo, que ela escreveu o seguinte…


Olá Marcio, o meu fone de ouvido ficou preso no dia de ontem, e recusasse a sair de lá sem ouvir BallasCast ep. 16.


Está barricado, pede recompensa, faz jogo psicológico, chantagem, fica em silencio absoluto quando conecto para ouvir músicas, achas que vai ser possível resolver essa crise de fone?


Muito brigadin Ines, um beijo pra você em Portugal.


E fim do episódio.


 


Muito bem, muito bem, muito bem, chegamos ao final de mais um episódio (AAAHHH), mas na segunda feira que vem tem mais (EEEHHH).


Muito obrigado a você que mandou as perguntas, e mesmo que ela não entrou, eu reli todas as perguntas que mandaram, se você ainda não faz parte do Ballascast, entra lá no Facebook, que eu aceito você, eu aceito meio que qualquer um, quase todo mundo.


Só se for terrorista, só se for alguma coisa assim, me odeia… aí eu não aceito.


E sendo assim, vamos ao nosso momento merchand


(Música)


Holla Marcio, yo quiero saber se puedes dar una charla de improviso y creatividad, en la empresa, pero hay mucha gente de latino américa, entonces te quiero saber se puede hacer en español… ¿Qué tal hã?


¡Un abrazo, te quiero!


Claro que eu posso, eu dou a minha palestra Improviso e Criatividade dentro das empresas, em espanhol também, basta você acessa o site…


www.marcioballas.com.br


É isso aí, e no episódio que eu falei sobre o meu funeral, eu pedi para as pessoas falarem lá no grupo coisas que elas escreveriam no epitáfio delas, eu vou falar algumas que surgiram de lá…


Alexandre Jungermann escreveu “VIVI CADA DIA COMO SE FOSSE O ÚLTIMO, NESSE DIA MARCADO AÍ EM CIMA, EU ACERTEI”.


Ou então Luiza Pires, que escreveu “ATÉ QUE ENFIM VOU PODER DORMIR O TANTO QUE QUERO”.


Ou a Lili Krug que escreveu “FUI ALI E JÁ VOLTO”.


Thank you very much…


Kjsenihfevçioçhigh


Ergcçomhweighv


Bye bye”


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