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BallasCast – Episódio 49 – Mudança de Carreira

EPISÓDIO 49 – MUDANÇA DE CARREIRA.


Senhores e senhores, ladies and geeeeeeeeeeeeeentlemans, madames et messieurs, guarda costas e guarda costos, ou guarda castos? Está começando mais um…


BALLASCAST…


MÚÚSICAAA…


Olá, olá, olá, seja anonimamente bem-vindo ao BallasCast, pra você que tá chegando pela primeira vez, very very welcome, e pra você que nunca veio sabe que você pode ouvir lá do começo.


Eu comecei contando umas histórias, comecei falando de Palhaços Sem Fronteiras, Doutores da Alegria, Jogando no Quintal, episódios sobre improviso, dois episódios sobre palhaço, sobre a linguagem do palhaço, sobre a apresentação, várias entrevistas…


E hoje eu vou falar de um assunto que eu pensei, então welcome, very good…


Because the episode começa N-O-W!


 


COMO MUDAR DE CARREIRA.


(Música)


Nesse episódio eu queria compartilhar com vocês como é que foi a minha mudança de carreira, porque muita gente, muita, muita mesmo, vem conversar comigo porque está com vontade de mudar de profissão, largar tudo, sair do trabalho, mudar de carreira, fazer o que quer, fazer o que tem vontade e tal, porque isso aconteceu comigo.


E sem querer eu acabo que eu aconselho, ou pelo menos, compartilho das minhas experiências com as pessoas que vem falar comigo.


Então hoje eu resolvi compartilhar com vocês como é que foi pra mim… Mudar de carreira, mudar de profissão e o que eu acho sobre essa mudança.


Bom, pra quem acompanha meu podcast, logo o primeiro episódio, chama-se O Dono de Papelaria que Virou Palhaço, se você ainda não ouviu, ouve lá… E nele eu conto que dos 17 aos 27 anos, eu era um dono de papelaria, porque o meu pai morreu num acidente de carro, aos 17 anos assim… Então de uma hora pra outra, BUM… Eu virei dono de papelaria!


E lá eu fiquei até os 27 anos, eu tinha um trabalho normal, um horário normal, um salarinho normal, era tudo normal… Até que eu resolvi ser palhaço, palhaço profissional, larguei tudo e com 27 anos eu comecei minha carreira artística e sigo nela até hoje.


Mas o que eu não explicitei lá, o que eu não contei, é como é que foi esse processo, porque muitas pessoas que ouvem minha história, ou quando eu conto quando eu faço palestra em empresas, ou palestras em lugares, ou quando veem eu falar em alguma entrevista, acham que ah, de uma hora pra outra eu falei “Ah, já sei, agora eu vou seguir meu caminho”, e PUM… Larguei tudo… E óbvio, não foi bem assim!


A minha mudança começa aos 24 anos, quando eu fiz o meu primeiro curso de clown, meu primeiro curso de palhaço, quando fiz esse curso a minha cabeça virou.


Eu tive um professor que se chamava Fernando Vieira, que foi muito legal, ele tinha voltado da Europa e tinha trazido pro Brasil essa linguagem do clown né? Esse palhaço mais teatral e tal…


E eu sempre gostei de teatro!


Quando eu era pequeno eu fiz teatro amador e isso foi encantador, na verdade isso foi libertador pra mim porque eu era um menino muito tímido, muito, muito com medo e tal, muito reservado, e o teatro me ajudou a encontrar o mundo e ser quem eu sou e me despertou assim pra vida.


Só que eu larguei o teatro quando eu tinha 17 anos tal, e nunca mais voltei… E quando um amigo meu falou “Ballas, vamos fazer um curso de clown?”


Eu falei “Vamos.”


Eu nem sabia o que era e lá fomos nós fazer o curso.


Quando eu fiz eu pirei, pirei, pirei, pirei, pirei!


Eu lembro dessa sensação de colocar o nariz vermelho e tal, olhar pro mundo assim, observar o mundo, ver o mundo como se fosse a primeira vez, e estar no aqui agora, estar no momento presente, e olhar no olho…


Então realmente o palhaço me trouxe uma energia, uma força, uma descoberta, que foi assim, muito impactante pra mim naquele momento, e eu fiquei com isso na cabeça.


A partir desse momento, eu comecei a ir atrás de tudo que tinha de clown, tudo que tinha de palhaço naquela época, então fui atrás da pessoa que era a Cristiane Paoli Quito, que era uma das mestras do clown, então eu fiz curso com ela…


Depois eu fiz curso com a Bete Dorgam, que era outra mestra…


Depois veio um mestre internacional pro Brasil, custava a maior grana o curso, eu fiz o curso dele.


Então eu fui fazendo paralelamente ao meu trabalho da papelaria, esse trabalho artístico, que eu comecei a gostar, que eu comecei a achar legal.


E fui fazendo incialmente como hobby, todos os cursos que tinha eu fazia, fui fazendo um curso semanal, aí mais pra frente eu descobri que existia palhaço em hospital, era o início dos Doutores da Alegria aqui no Brasil…


E eu pirei com essa ideia, “Nossa é isso, eu quero fazer palhaço em hospital e tal…”


E na época eu fui conversar com o Wellington Nogueira que era o fundador dos Doutores e ele falou “Olha a gente só aceita palhaço profissional, infelizmente não dá”


E eu na época obviamente, nem pensava em ser palhaço e muito menos era profissional, então aceitei o não dele, mas eu fiquei com essa ideia na cabeça e fui ver se tinha alguém que fazia isso não profissional e descobri um grupo chamado Operação Arco Íris.


Uma senhora chamada Miriam Abuhab, que passou de certa maneira pelo mesmo caminho que eu, que foi de procurar o Wellington e ele “Olha, não, não profissional não dá”, e ela “Tá, tá bom. Então eu vou fazer, vou fazer voluntário, sem ser remunerada”.


E ele deu uma consultoria, uma ajuda, um feedback pra ela e ela começou a fazer, e tinha uma operação que se chamava Operação Arco Íris… Fui atrás dela, e ela me selecionou e eu acabei entrando no projeto que ainda era pequeno, eram três pessoas na época, e eu fui o quarto a entrar, e eu comecei a fazer semanalmente, esse trabalho de palhaço voluntário dentro do hospital.


(Música)


Então de certa maneira eu comecei a me aproximar cada vez mais desse universo artístico, do universo do palhaço, e eu era muito amigo do Dan Stulbach né, ator, super ator, diretor, lá da ESPM… Aí assisti as peças que ele fazia, assistia as peças que ele dirigia, e um dia ele me convidou pra fazer parte do elenco da peça da ESPM, e eu fiquei muito feliz porque eu tava gostando muito dessa coisa de teatro, voltando a gostar muito de algo que eu já tinha sido apaixonado ali atrás né?


Então eu entrei na peça, no grupo da ESPM, também foi um lugar incrível, marcante, eu tenho memórias até hoje do Tangerina, que é um grande grupo de teatro que existe até hoje lá na ESPM.


A direção era do Dan Stulbach e do Fabinho Herford também, que viraram dois, o Dan já era meu amigo e o Fabinho virou grande amigo, e eu mais uma vez comecei a me aproximar da questão artística, da questão do teatro e de estar em cena e comecei a gostar cada vez mais disso.


Mais pra frente o Alexandre e o Fabinho Herford me chamaram, junto com o Dan Stulbach e Daniel Tauszig, pra fazer um grupo de teatro, que fazia inicialmente, eventos dentro da comunidade judaica, que chamava Tela Viva, que é uma brincadeira com Tel Aviv, Tela Viva era o nome do grupo.


Então a gente começou a fazer pequenos shows de comedia na casa das pessoas, inicialmente a gente foi fazer um eventos judaico, e depois as pessoas:


“Ai que legal, vocês fazem festa?”


“Fazem aniversários”


“Aniversário de 50 anos”


“Bar mitzvah?”


“Casamento”


E aí a gente começou a fazer…


Então esse foi o meu primeiro grupo de teatro cômico, então o que que foi acontecendo?


Eu aos poucos comecei a mergulhar, nos meus tempos livres, nessa questão artística, então fazia palhaço no hospital, uma vez por semana, aos sábados né?


Fazia o Tela Viva, que eram horários normalmente alternativos, se precisasse dar uma faltadinha no trabalho eu faltava, mas era só um dia. Comecei a fazer os cursos, comecei a fazer uma aula regular no Nova Dança, que era uma aula de palhaço, então eu comecei a me aprofundar dentro dessa linguagem, dentro desse meu querer, dento desse meu saber, e isso foi ficando cada vez mais forte, cada vez mais forte, e isso durou aproximadamente, três anos intensos.


Até que um dia o meu irmão recebeu uma proposta pra trabalhar em outro lugar, o meu irmão era meu sócio na papelaria, nós dois trabalhávamos juntos, e aí o meu irmão recebeu uma proposta pra trabalhar em outro lugar, e como era o irmão mais velho ele teve a seguinte ideia, “Olha, eu te vendo a papelaria por R$ 1, tipo, te dou, e aí você fica aqui, você vai ganhar o dobro, e eu lá no meu amigo, eu vou ganhar, não vou ganhar tanto mas aos poucos eu posso ganhar mais e eventualmente, ter o meu trabalho legal lá e vou estar feliz por lá.”


E eu nesse momento fiquei desesperado, porquê?


Porque eu percebi que eu estava fadado a ficar pra sempre lá, eu percebi que eu não ia ter saída, não ia ter escapatória, porque até então eu estava conseguindo conciliar as duas coisas, só que se meu irmão saísse, eu não ia conseguir fazer o que eu estava fazendo paralelamente, então no dia seguinte eu inverti a proposta pra ele, eu falei…


“Olha, eu te vendo a papelaria por R$ 1 e eu vou sair.”


E ele falou “Mas como assim? E você vai fazer o que?”


Eu falei “Eu vou tentar ser palhaço, palhaço profissional.”


(Música)


No início meu irmão não gostou muito da ideia, meu irmão mais velho né?


“Como, mas calma! Como é que você vai fazer, como é que você vai fazer pra ganhar grana?”


Eu não tinha ajuda de ninguém, eu não tinha meu pai né? Tinha morrido… Minha mãe não trabalhava, eu me sustentava, eu tinha pagado minha faculdade, eu já era totalmente dono das minhas contas né? Morava sozinho, e eu falei:


“Ah, eu quero tentar, eu vou experimentar.”


E a gente teve uma conversa muito legal, e ele falou “Poxa então se você quer muito eu te apoio, vai com tudo e tô por aqui pro que você precisar.”


E lá fui eu pensar, poxa e agora, como é que eu faço pra realmente me profissionalizar.


Comecei então a fazer um curso regular de dia de semana, no Nova Dança, que era o lugar onde a Cristiane Paoli Quito dava aula, comecei a pesquisar, comecei a ler cada vez mais, e comecei a mergulhar e procurar trabalhos que eram artísticos dentro desse universo.


Voltei a falar com o Wellington Nogueira dos Doutores da Alegria, infelizmente levei um não novamente, até que um dia meu irmão falou “Escuta, onde é a fonte dos Doutores, onde é que eles estudaram?”


Eu falei “Ah, lá nos Estados Unidos.


Ele falou “Poxa, porque você não vai até lá?”


UAU


Ele me deu esse insight de ir na fonte né? É muito louco quando alguém vem com uma ideia que você não pensava de abrir a mente, de abrir a cabeça e ir pra um lugar onde você nem sabia que poderia ir, então alguns meses depois eu fui estudar, essa era a palavra, eu tinha uma profissão nova, eu tinha um trabalho novo, então eu precisa estudar. Eu precisava fazer a minha formação, eu precisava aprender esse novo matchie, essa nova profissão…


Então eu vendi meu carro velho, raspei minha poupança e fui estudar, fui pra Nova Iorque pra aprender, pra me especializar nessa linguagem do palhaço…


Essa história eu já contei também em outro episódio, no episódio número 2, você pode ouvir lá atrás, na sequência eu acabei sabendo de uma escola incrível na França, então tava em Nova Iorque, tava indo bem, tinha conseguido um trabalho, tava tudo certinho e descobri que tinha uma escola incrível na França.


Apliquei pra essa escola, entrei nessa escola e me mudei pra França, quatro meses depois… E lá na França eu fiquei três anos estudando.


Lá na França a mesma coisa, fiz essa escola, depois de fazer essa escola eu falei “Poxa, eu preciso aprender mais”, então o que que eu fiz?


Eu comecei a fazer espetáculos na rua, fui assistir muitos espetáculos de palhaço, fiz mais uma outra escola, aquela específica de palhaço, comecei a estudar e pesquisar a linguagem do palhaço, quer dizer, eu tava me preparando pra essa nova profissão, eu tava estudando né?


É como fazer uma faculdade, só que no meu caso não era uma faculdade formal né? Se você quer ser advogado você vai lá e estuda e faz uma faculdade de direito, mas de palhaço não…


Então eu tava fazendo tudo, tudo que era possível, pra me especializar nessa nova linguagem, nessa nova técnica, nessa minha nova profissão.


E três anos depois eu voltei ao Brasil, assim que eu cheguei no Brasil, tinha uma seleção pra trabalhar nos Doutores da Alegria, e aí eu passei nessa seleção e aí foi meu primeiro trabalho profissional aqui no Brasil, como palhaço em hospital, e aí eu comecei a minha carreira profissional e assim consegui ser um palhaço, profissional.


(Música)


Então essa é um pouco da minha história, e é óbvio que a minha história  é MINHA história, cada um tem sua história e não tem certo e não tem errado.


Mas quando as pessoas vem me falar “Ballas, eu quero largar a minha carreira pra virar palhaço, eu quero fazer improviso porque eu pirei”, e tal, tal, tal… Muitas pessoas vem com essa ideia assim, pra valer, e eu falo CALMA!


A primeira coisa que eu falo é CALMA, muita calma nessa hora, e é engraçado porque muitas pessoas vem falar comigo, e como eu tive uma mudança de carreira bruta né? Eu era papeleiro e virei palhaço, as pessoas acham que eu vou falar “Isso aí mesmo, larga tudo, vira a mesa, pede demissão amanhã.”


E NÃO É BEM ASSIM…


A real é a seguinte,  A GENTE TEM QUE SE PREPARAR PRA ESSA MUDANÇA, então quando a pessoa quer largar tudo, quer deixar tudo eu falo “Calma, o que que você tem? O que que é seu trabalho?”


Primeira pergunta é a seguinte, NÃO DÁ PRA VOCÊ CONCILIAR ESSA SUA NOVA CARREIRA, ESSE SEU NOVO SABER,ISSO QUE VOCÊ QUER ESTUDAR?


Por exemplo, eu tive um aluno que chamava Alexandre, que trabalhava com informática, há muitos anos atrás isso, e ele largou o trabalho, largou o trampo e falou “Quero ser palhaço”, e começou a estudar, tal tal, tal…


Só que o que acontece? A realidade tá aí, então em pouco tempo ele tinha saído do trabalho dele, ele tinha muito pouca grana e ele pediu demissão, não economizou, não poupou, então em pouco tempo ele já tava sem grana. Aí ele tava sem grana, ele já não podia fazer os cursos porque ele não tinha como pagar os cursos, aí ele teve que começar a fazer uns bicos quaisquer… Aí você tem que aceitar qualquer coisa, você tem que fazer qualquer coisa, aí ele começou a ficar deprimido…


Então a mudança de carreira dele foi um inferno, até que alguns bons meses depois ele teve que voltar a trabalhar, e realmente foi uma experiência desastrosa assim, ele deixou de fazer palhaço, realmente não foi legal.


Então a primeira coisa que eu acho que a pessoa tem que fazer é TENTAR CONSEGUIR CONCILIAR COM O SEU TRABALHO ATUAL, DIGAMOS, ALGO QUE SEJA PARALELO, isto é, E-S-T-U-D-A-R!


VOCÊ TEM QUE ESTUDAR!


Então paralelo ao que você está trabalhando, então isso, ele é técnico de informática, beleza, quer ser palhaço? Beleza, vem fazer meu curso…


“Ah mas o seu curso é terça.”


Beleza! Acha um que é de final de semana!


Pesquisa!

E-S-T-U-D-A!


Estuda de sábado, estuda de fim de semana, faz todo o possível pra se preparar pra essa mudança.


Um outro exemplo, uma aluna que era publicitária, ela trabalhava numa agência e tal, e começou a não conseguir conciliar porque vira e mexe acontecia um bicozinho, uma coisa palhaço que era de dia de semana, e a agência era muito rigorosa, e ela queria sair da agência, e eu falei:


“Calma, será que não tem um jeito de ser freela, será que não tem uma agência que te contrata metade do tempo? Metade do dia? Será que não tem um meio termo aí, antes de você largar e ficar totalmente sem grana?”


Então o que que ela fez, ela conversou com o chefe dela e renegociou o contrato dela, ela ia ganhar menos e ia trabalhar de freela, mas ela poderia ter buracos e brechas, então ela começou a ser freela, então com freela ela podia negociar o tempo dela, começou a fazer os dois, começou a fazer os dois, começou a fazer os dois até que num determinado momento ela sentiu que dava pra arriscar, que dava pra aí sim chutar a mesa, então chutar a mesa não é dar uma bicuda na mesa, é dar um chutinho numa mesa que você vai fazendo ela cair aos poucos, e aí quando você percebe que opa, já tá ali no eixo, na inclinação, no flow, já dá pra saltar, aí salta, e aí foi o que ela fez e ela virou palhaço, e é palhaça até hoje.


Então a minha indicação, se é que alguém quer a minha sugestão, o meu conselho, se alguém está nesse momento, é que você tem que se preparar, se prepara pra valer antes de fazer essa troca.


Então se preparar significa, JUNTAR GRANA, POUPA, TENHA SUA RESERVA, TENHA UM FUNDO PRA FAZER ISSO ACONTECER.


Segundo, ESTUDE!  Enquanto você não muda, ESTUDE, ESTUDE, ESTUDE, se prepara paralelamente!


Terceiro, EXPERIMENTE FAZER AS DUAS COISAS AO MESMO TEMPO, as duas coisas, as duas coisas,as duas coisas, né?


O Murilo tem uma expressão muito boa que fala “Ballas, eu chamo isso de vida de puta.”


Vida de prostituta, pra você que não gosta de palavrões, mas nesse sentido de ter vidas paralelas, de manhã faz uma coisa, de noite fazer outra, vai fazendo, vai fazendo, vai fazendo, vai fazendo, até que uma hora isso fica tão forte, que aí sim você diz ao mundo CHEGA, NÃO AGUENTO MAIS, PARTIU, VOU PARA O MEU SONHO!

E aí vai, aí sim, corre, salta, vai com tudo, pula no abismo, e vê o que acontece!


Fim do episódio!


(Música)


Muito bem, chegamos ao final de mais um episódio (AAAHHH) mas na segunda feira que vem tem mais (EEEHHH)…


E se você ainda não faz parte do BallasCat que é um grupo incrível que tem no Facebook, desse podcast que é muito legal, que é onde eu coloco conteúdos exclusivos, onde eu peço opinião pra galera, onde eu peço temas, sugestões, onde eu peço perguntas pras minhas entrevistas, onde eu sorteio ingresso, onde eu dou curso, onde eu dou várias coisas, menos o meu corpinho, entra lá no BallasCast que você será aceito se você pedir a sua solicitação.


 


Sendo assim, vamos ao nosso momento merchand


“Ballas, eu estou preparando uma palestra mas eu queria muito aprender como falar melhor e assim, como me comunicar melhor porque eu tenho muito medo, como é que eu faço?”


É fácil, basta você comprar a minha nova palestra chamada “Improispit” ou então entrar em contato comigo e ver quando é o próximo curso, no marcioballas.com.br


 


Muito obrigado por ter ouvido mais um episódio, estamos chegando a quase 100 mil downloads, isso é de uma alegria, sensacional, incrível, maravilhosa, descomunal, realmente fico muito feliz, até porque se você chegou ao final do episódio, quer dizer que você ouve até o final, porque tem gente que para de ouvir antes e dá um stop… Mas, sendo assim…


Muito obrigado…


Thank you very much..


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Thank you…


See you next monday


Bye bye.


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