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BallasCast – Episódio 69 – Davi, meu Filho

EPISÓDIO 69 - DAVI, MEU FILHO.


Senhoras e senhores, ladies and geeeeeeeeeeeeentlemans, madames et messieurs, crianças e crianços, está começando mais um…


BALLASCAST!


MÚÚÚSICAAA!


Olá, olá, olá, seja extraordinária absolutamente bem-vindo ao BallasCast. Você que acompanha toda semana, toda segunda feira, re-bem-vindo, pra você que está pela primeira vez, welcome, benvenudo, benvenute, sjfiorguiperjg… Que quer dizer, bem-vindo também, em várias línguas…


Hoje eu tenho aqui, uma presença ilustre, ele… Que é muito importante para esse universo, ele, que é muito importante pra esse planeta, ele, que é muito importante para esse país, ele, que é muito importante para essa cidade… Ele, que na verdade é muito importante para MIM, meu filho!


DAVI BALLAS! PALMAAAS!


(Música)


Entrevista com o meu filho.


 Estamos aqui na presença dele, que é meu filho… Seu nome por favor, menino…


– Davi!


– Davi do quê?


– Ballas!


– Davi Ballas! Quem é seu pai?


– Você!


– Ahn, eu sei que sou eu, mas como é que eu me chamo?


– Marcio!


– Marcio do quê?


– Ballas!


 Muito bem! Você gosta de balas?


– Gosto!


– As pessoas perguntam pra você “Ah, você é Davi Ballas, você gosta de balas”?


– Não!


– Não? Vão perguntar… Você vai saber disso mais tarde… Escuta, você nasceu em que dia?


– 2010!


– 2010 é um ano, não é um dia!


– Ah, janeiro!


– Janeiro é um mês, falta o dia, mano…


– 24!


– Isso! Se não o pessoal vai falar “Poxa, esse moleque não sabe nada, o pai dele não ensina nada”. Quantos anos você tem?


– 8!


– Qual a sua idade?


– 8!


– Ah moleque! 4 + 4?


– 8!


– Ah! 9 – 1?


– 8!


– Nossa! Você é muito inteligente Davi! Um número qualquer entre 7 e 9… 


– 8!


– Você só sabe falar 8?


– Não! 


– Isso, você estuda em qual escola? 


– Amorim


– Amorim Lima, aqui no Butantã! Muito bem! Você gosta da sua escola?


– Gosto!


– O que que é a coisa que você mais gosta de fazer na escola, pensa em todas as atividades, tudo que tem… Qual a coisa que você acha mais legal na sua escola…


– Educação Física!


– Educação Física! Você gosta de Educação Física! Fala uma outra coisa que você acha legal, que tem na sua escola, que você acha bacana, divertida… Que assim, te apetece, que você gosta de fazer, que você lembrou ou fez essa semana, qualquer coisa pode ser…


– Eu gosto muito do recreio!


– Gosta muito do recreio! Porque que as crianças gostam tanto do recreio, hein? Essa é uma pergunta que eu fico pensando, porque, Da?


– Porque no recreio todas as aulas acabam, então todo mundo fica feliz, que é só brincar…


– Sei… Sei… O mais legal é o quê?


– Parque!


– Parque, legal! Brincar e parque!


– É!


– O que que você mudaria no mundo, hein Davi?


– Que os pobres tenham casa…


– Que os pobres tenham casa… Olha que lindo! Gostei disso! Verdade! Já seria uma bela mudança nesse mundo, muito bem! Esse é o meu moleque! Escuta, você é criativo?


– Sou!


– Sou! Você acha que todo mundo é criativo?


– Não!


– Não? Você acha que tem gente que é, que tem gente que não é?


– É!


– Porque que você acha?


– Tem gente que fica lá, só brincando… E não cria nada…


– Sei… É que brincar talvez seja uma forma de criação também… Não?


– É… Também! 


– Também, né? Deu um arrotinho, é isso?


– Aham…


– Posso publicar esse arroto?


– Pode!


– Obrigado! Você acha que os adultos são mais criativos, ou as crianças são mais criativas?


– Crianças!


– Crianças… Porque que você acha?


– Não sei direito! Acho que criança… Os pais, só pensam no trabalho… Nas papeladas… A criança não tem isso!


– É verdade, os pais só pensam…


– Então ela pode fazer, criar qualquer coisa…


– Legal! É verdade! Os pais só pensam no trabalho e nas papeladas, gostei dessa Da! Você, o que que seu pai faz?


– Faz palhaçada!


– Faz palhaçada… Sensacional! Mas quanto te perguntam “o seu pai trabalha com o quê”, o que que você fala?


– Na TV?


– Na TV… Eu não faço mais televisão, atualmente… 


– Trabalha com o quê?


– O que que eu faço, eu que te pergunto…


– Mas imagina que eu sou um amigo “Ah, o que que seu pai trabalha, o que que ele faz?”


– Eu não sei!


– Você não sabe o que seu próprio pai faz? Você não sabe o que seu próprio pai faz? 


– Improviso!


– Improviso! Gostei! E o que mais?


– E você faz palhaçada!


– Exatamente, o papai é palhaço, improvisador e apresentador, você está certo! Faz palestra em empresas também, que também faço um monte de coisas, né? Não precisa saber tudo, mas é só uma pergunta mesmo, pra entrevista!


(Música)


– Vamos agora fazer um bate bola… Eu pergunto e você tem que falar o mais rápido possível, tá bom?


– Tá!


– Sua comida preferida?


– Creme de milho!


– Uau! Creme de milho! Gostei dessa!


– Bebida preferida?


– Suco de uva!


– Suco de uva, boa! Sua flor preferida?


– Flor?


– É…


– Rosa!


– Bicho preferido?


– Bicho? Cachorro!


– Cachorro! Cachorro grande ou pequeno?


– Pequeno!


– Brincadeira preferida?


– Queimada!


– Ah, boa! Uma fruta?


– Lichia!


– Boa! Uma sobremesa?


– Banana! Não…


– Banana? Que saudável…


– Chocolate!


– Gostei dessa mano…


– Chocolate…


– Oh, se vocês verem, ouvintes, que o meu filho só come banana, ele não come porcarias… Quais são os seus melhores amigos preferidos? Pode falar vários, né? Não precisa ter um…


– Eu tenho vários… Eu tenho Mado, Moreno, Luke, Enzo, Cauê, Mariana, tem o Luka, e também tem um amigo que é aqui meu vizinho, que é o Matias


– Legal, o vizinho Matias


(Música)


– E agora vamos fazer o jogo do “troca”, pode ser?


– Pode!


– Legal, então vê lá… Você vai contar uma história e eu vou falar “troca”, e você tem que trocar imediatamente a última coisa que disse… O nome, o título da nossa história é “Josezinho, o bagunceiro”, três, dois, um… História… Valendo!


– Joãozinho…


– Josezinho…


– Josezinho era bem bagunceiro, ele sempre bagunçava… Um dia a mãe dele foi deixar ele brincar lá fora…


– Troca!


– A mãe dele deixou ele brincar lá na rua…


– Troca!


– Ele ficou lá! Aí, ele estava, entediante… Aí ele chamou um amigo…


– Troca!


– Aí ele chamou o avô…


– Troca!


– Aí ele ficou lá… Aí uma hora ele foi brincar com o seu trenzinho…


– Troca!


– Com o seu avião…


– Troca!


– Com a sua bola de futebol!


– Troca!


– Com a sua, seu disco… Estava brincando com o seu disco e quebrou um armário…


– Troca!


– Quebrou a janela…


– Troca!


– Quebrou o quadro…


– Troca!


– Quebrou um armário…


– É o jogo do “troca”, senhoras e senhores…


(Música)


– Vamos para mais um desafio que é o jogo do “cada um fala uma palavra”, a gente vai tentar criar uma história e cada um fala uma palavra, pode ser?


– Tá bom!


– Sabe qual é? Pode ser? Fechou?


– Pode! Fechou!


– Vamos lá…


– Vamos fazer o do abecedário?


– Você sabe do abecedário? Tá bom! Opa! Olha só! Aumentando a aposta… Vamos fazer do abecedário… Gostei moleque… O título da nossa história vai ser… Arthur, quer falar um título?


– Joãozinho, o instrumentista!


– Nossa! Que lindo! Adorei! Joãozinho, o instrumentista! Título dado por Arthur Ballas, de 5 anos… É o jogo do abecedário, três, dois, um… Valendo!


– A… Há muito tempo….


– Rsrs… Tá ótimo…


– Numa era bem antiga, tinha um músico, que o nome dele era João


– Bem… Ele tocava muito bem, ele tocava muitos instrumentos…


– Caramba… Todo mundo aplaudia…


– De repente ele descobriu um novo instrumento…


– E era o instrumento tamborim…


– Fazia muito barulho com o tamborim, pucudum-pucudum-pucudum... Que toda a floresta veio pra ouvir o que estava acontecendo…


– Galera de toda a floresta foi pra lá…


– “Hoje vai ter show do instrumentista”, eles gritavam, “Hoje vai ter show do instrumentista”…


– Iiiih…. Toda a floresta foi pra lá, a noite começou e o instrumento cantou…


– Já era tarde quando todos ouviram…


– Kaki-kaki-kaki-kaki-kaki... E todo mundo adorava…


– Levaram então o rei da floresta para ouvir esse instrumentista…


– Mas, o show já tinha acabado!


– Não saía ninguém de lá porque ele era muito bom, muito bom mesmo…


– O pessoal não queria sair não…


– “Pessoal, pessoal… Vocês não querem sair? Vocês querem mais?”


– Querem! Eles dizem “quero mais… Queremos”


– Rapidamente ele pegou mais um instrumento e começou a tocar…


– Saxofone…


– Boa mano! Também tocava saxofone, tocava vários instrumentos… E a galera toda estava muito feliz…


– U rei que estava impressionado falou para a galera da floresta…


– “Vocês tem sorte de ter esse instrumentista aqui, vocês tem muita sorte de ter esse instrumentista aqui… Parabéns”


– Why? Porque?


– Xi-xi-xi, com x, xi-xi-xi– pediram silêncio, “Silêncio”, silêncio pois o instrumentista iria falar…


– Y depois desse instrumento todo mundo vai embora…”


– Zabumba, zabumba, zabumba… Tocou o instrumento e assim eles viveram felizes para…


– Sempre!


– Ah moleque… Toca aqui! Touch!


 


Muito bem, muito bem. Muito bem, chegamos ao final de mais um episódio (AAAHHH), mas na segunda feira que vem tem mais (EEEHHH).


Muito obrigado pela sua presença… Davi Ballas, muito obrigado você, antes de ir embora você quer dizer alguma coisa?


– Sim!


– O que?


– Você é o melhor pai do mundo!


– Ah não acredito! Sério? Porque que você tá falando isso?


– Porque você que pediu pra eu falar…


– Não… XIIUUU… Silêncio…


 


Muito bem, então se você não é parte do BallasCast, que é o grupo que acontece no Facebook, entra lá, porque lá eu deixo conteúdos exclusivos, eu deixo outras coisas que não deu pra mostrar no podcast, lá eu vou deixar coisas sobre crianças, de repente essa semana, porque é um assunto que me interessa, então a gente compartilha lá… Muito obrigado pela sua presença…


Thank you very much…


E vamos agora ao nosso momento merchan


“Mas pai, aonde todo mundo pode conhecer o seu trabalho?”


Muito boa pergunta, esse é meu filho que eu gosto tanto, e que eu ensaiei com ele essa pergunta… É o seguinte… Dia 18 de maio, aqui em SP, no teatro Eva Herz, eu estreio a minha peça, o meu solo, chamado “Bagagem“, quintas e sextas, no teatro Eva Herz, apenas maio e junho, então se você for de SP, venha porque vai ser muito legal.


Para comprar ingressos em ingressorapido.com.br


É isso aí…


Thank you very much…


Sjflnpiuvr


Wkjt ~pevj]


Eçrj gvpeojh


Ekçr gveh


Bye bye!


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