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BallasCast – Episódio 83 – Rodrigo Geribello (Parte 2)

EPISÓDIO 83 - RODRIGO GERIBELLO (PARTE 2).


Senhoras e senhores, ladies and geeeeentlemans, madames et messieurs, charlatões e charlatoas, está começando mais um…


BALLASCAST…


MÚÚÚSICAAA!!!


Olá, olá, olá, seja desvirginadamente bem-vindo ao BallasCast. Se você está chegando for the fisrt time, welcome for the firs time! Welcome to the BallasCast! Senão… Welcome again to the BallasCast again.


Hoje vamos para a segunda parte da entrevista com ele, que é sócio da Abre Aspas, uma consultoria de comunicação, ele é explicador profissional, ele está em cartaz com “Morte Acidental de um Anarquista”, ele é pianista, ele é administrador, ele é um monte de coisas ao mesmo tempo. E hoje, ao vivo, aqui para você… Palmas para Rodrigo Geribello


(Música)



Entrevista com Rodrigo Geribello (Parte 2)


 – Oiê! Rodri… Com quem?


– Rodrigo Geribello!


– Rodrigo Geribello! Oi pessoal, de novo aqui… Que prazer estar aqui, novamente!


– A gente fez a entrevista aqui, na semana passada, como foi a repercussão Geribello?


– Ah, foi muito legal! As pessoas… Primeiro que aquela imagem, a foto que você põe ali, vem um like, uma chuva de likes, né?


– Chuva de likes?


 Chuva de likes! Foi incrível!


– Que legal! Eu queria já começar sabendo… Eu estou vendo uma coisa rabiscada aqui… Você é um cara que tem muitas ideias e muitas coisas na cabeça, o que que você está pensando? Conta pra gente o que que é esse mapa… 


– Esse… Isso aqui que eu fiz… A minha busca é sempre simplificar coisas, né? E é difícil! Para você, antes de você simplificar, você rabisca. Rabisca, escreve… Então o que eu fiz aqui é a jornada do assunto.


– Jornada do assunto!


– É…


– Quando você fala assunto, você está falando?


– Eu estou falando que, do seu assunto. Pode ser qualquer assunto, é esse que é o grande desafio. É você criar uma coisa que seja simples, elegante o suficiente que sirva para qualquer coisa, por exemplo, no último, na parte 1 agora já, do BallasCast que a gente gravou, eu falei da escala. A escala de entendimento serva para qualquer assunto. Essa jornada aqui já seria a continuação daquilo, seria a união daquilo com o que você vai fazer com aquilo. Uma coisa é você, é você ver a escala e olhar o seu assunto a distância do entendimento, a outra coisa é, o que que você faz com aquilo?


– Legal!


– O que que você vai fazer com o seu assunto?


– Ótimo! E acho que isso é bem prático e acho que pode ajudar as pessoas. Então qualquer pessoa que queira explicar alguma coisa, ele quer dar uma aula, ele quer dar uma palestra, ele quer vender um negócio, ele quer fazer uma reunião com os gerentes, ele quer dar uma aula diferente, ele está preparando qualquer coisa diferente, e serve para ele.


– É. E serve, e é um pouco do desenho e da busca de qual que é o processo, a gente mesmo estuda o nosso processo o tempo inteiro. 


 Legal! O que que tem nessa jornada do assunto?


– A primeira coisa que a gente olha é para o indivíduo! Para você! Você aí, que é o dono do assunto, o dono da sua ideia. Então, quem é você? Essa pergunta é uma pergunta… Eu fiz um exercício essa semana, num evento, que você fala “Quem é você?”, e a pessoa na minha frente chorou… É difícil essa pergunta porque ela não tem resposta, e a gente é muita coisa, então você é o que você sabe, é o que você pensa, o que você acessa, o que você fala, é o que você faz, é o que você sente… Você é muitas coisas. É… E começa daí… O assunto na verdade, ele começa daí, ele não tem dono, então assim, eu gosto de música. Música não é um assunto meu, é um assunto que eu acesso, é um assunto que eu acesso muitas vezes, é um assunto que eu estudo, mas ele não é meu assunto. Ele é uma coisa que ele está no ar, ele está no invisível. Então a primeira coisa que a gente faz é olhar para a pessoa. Quem é você? O que que você faz? O que que você pensa? Quais são as suas coisas? E aí a gente olha quais são os assuntos relacionados a essa pessoa, então as vezes a pessoa já vem com uma… “Ah, eu tenho um a ideia e eu quero apresentar”… Não, mas calma! Volta pra trás! Essa ideia, qual assunto que é? Então na área de educação, área agrícola… Quando você vai vindo para trás, esse é um processo que a gente faz bastante, a gente tenta voltar pra trás, para encontrar a essência mesmo… Então assim, qual é o seu assunto?


– Então deixa eu pegar um exemplo prático pra ver se a gente simplifica mais ainda para ficar bem claro…


– Vamos lá!


– Vamos supor que fosse eu… “Ah, quem é você?”, então eu pensaria quem sou eu e responderia para você “Ah, eu sou palhaço, eu sou improvisador, eu sou professor!”


– Palhaço! Palhaço é um baita assunto, só que palhaço, ele tem um monte de… Você, você imagina, tem… Me ensina muito, por exemplo, os estereótipos, como que os palhaços, o que que o palhaço se alimenta… Então outro dia a gente estava falando disso, né? Quando tem um erro o palhaço ama, adora o erro, porque é com isso que ele trabalha. Então, palhaço é um baita assunto!


– Tá! Vamos supor que eu vou, para dar esse exemplo, eu estou fazendo uma palestra nova sobre apresentação…


– Isso, aí já é uma ideia!


– Tá. Aí…


– Aí já uma ideia sua, dentro do seu assunto!


– Ah, legal…


– Tem uma ideia “Ah, eu vou fazer uma palestra nova” 


– Tá…


– Tá, então qual que é a ideia dessa palestra? 


– Ah, eu quero fazer uma palestra para ensinar as pessoas a apresentar melhor, tendo como ferramenta o improviso…


– Ótimo, então o seu assunto é improviso, a sua ideia é criar uma palestra para usar o improviso como ferramenta, para apresentar melhor, e a próxima etapa seria você pensar na mensagem… 


– Ah, então vamos lá…


– Que é…


– Você falou… Só para ficar bem claro, você falou, você é a primeira coisa…


– Isso…


– Quem sou eu, quem que é a minha história, o que que eu faço… Tal…


– Isso…


– Depois… 


– Olha para você, primeiro… Aí depois, olha para o seu assunto…


– Para o meu assunto? Tá!


– E aí descobre qual é ele!


– Tá! O assunto já é o improviso?


– O assunto é o improviso! Nesse caso que você me falou o assunto é o improviso.


– Tá…


– E aí já aproveita e usa escala, usa escala… Onde você está no improviso, aonde está a audiência, aonde você acha que vai estar a audiência?


– Quando você fala do assunto, o que mais que eu tenho que pensar, que eu estou pegando…


– Oh, aqui eu escrevi assim… Eu escuto, primeira coisa… Eu preciso escutar e entender! Então eu por acaso já aprendi um pouco sobre o improviso, mas o que eu vou escutar é o que que você pensa do improviso, qual que é a sua visão desse assunto…


– Legal!


– Então o meu primeiro passo é, escutar entender! Eu preciso entender antes de poder te ajudar em qualquer coisa, então o que você sabe sobre assunto? Você sabe qual é o assunto? Porque as vezes você nem sabe qual é o assunto. Neste caso a gente já escolheu o improviso…


– Legal… E aí você falou outra coisa bem legal, você… Da escala do entendimento que a gente falou no episódio passado, mas só simplificando, você está falando que eu preciso saber para quem eu vou apresentar, é isso?


– Exatamente! Fundamental! Fundamental você entender com quem você vai falar para você nivelar o conhecimento!


– Então, vamos supor que nesse caso, e é verdade assim, eu quero fazer uma palestra que eu fale sobre improviso como ferramenta para as pessoas apresentarem melhor, pessoas que não sabem apresentar ou pessoas que apresentam pouco, por exemplo, gente nas empresas, os gerentes…


– São de empresas? São pessoas de empresas?


– São de empresas… Sim!


– Então, a primeira coisa que esta palavra improviso, muitas vezes em empresa, as empresas elas têm umas barreiras, né? Então essa pode ser uma barreira, então você fala “Improviso”, “Ah, mas aqui não pode fazer de improviso”, você já deve ter escutado isso, né? 


– Sim!


– Então eu tenho uma escolha aí que é, como é que você vai contar isso? Porque você pode usar o improviso como ferramenta, e é uma ferramenta valiosíssima, agora ao falar improviso a pessoa fala assim “Ah, mas aqui a gente não improvisa”, improvisa sim! A gente improvisa o tempo inteiro, todo dia, a vida inteira, só que a pessoa acha que a palavra, aquela palavra causa alguma coisa naquela pessoa. Então até isso a gente tem que escolher, como a gente vai contar isso para as pessoas? Então dentro das empresas as pessoas acham que não usam o improviso.


(Música)


– E ai, o que que seria o passo seguinte então?


– O passo seguinte, então vamos recapitular! A gente falou de você, falou do seu assunto…. O seu assunto que é o improviso, o seu assunto, você teve uma ideia aí dentro, que é usar o improviso como uma ferramenta, “Quero fazer uma palestra”, palestra é a ideia…


– Tá…


– E a mensagem é… O que que você vai dizer ali… Como, que história você vai contar? Entendeu? Palestra na verdade é um veículo, escolhi um veículo ali, você vai juntar um grupo numa empresa e vai ficar lá, sei lá quanto tempo… Uma hora, duas horas, quanto tempo vai ser uma palestra… Agora, o que que você vai dizer ali? Essa é a sua mensagem! Então a escolha do que você vai dizer, ela depende do outro… Até aqui você chega, não necessariamente… Você até pode pensar no outro, mas você consegue chegar aqui sem pensar no outro, daqui para frente você não consegue mais!


– Que é aquela frase que você falou…


– O que você vai escolher do seu assunto para que o outro entenda e se interesse pela sua ideia.


– Legal! Então o que eu vou escolher do meu assunto para que o outro entenda e se interesse pela ideia…


– Isso!


– Porque, como você fala, tem muita coisa dentro do improviso, é uma coisa gigante. Como é que eu consigo passar para ele de uma maneira que seja palatável, entendível, que ele saia dali com algo que ele realmente possa fazer e usar aquilo.


– Exatamente! Aí, eu criei um mapa… 


– Então fala mais desse mapa que eu achei legal… Tem nome esse mapa?


– Tem! Chama mapa do entendimento!


– Uau, adorei… Geribello é craque em criar coisas, dar nomes, mapa do entendimento…


– Mapa do entendimento! Era escala do entendimento, esse é o mapa…


– Legal!


– O mapa, ele serve para você olhar para o momento, você entender que a sua explicação, a sua palestra, é um momento… Então para você olhar para esse momento desse encontro, para você olhar para o contexto, um monte de coisas acontece em volta. Então esse mapa, ele está divido, você pode ler esse mapa de três formas diferentes…


– Que são?


– A primeira delas é por tempo… Antes, durante e depois! Antes de eu começar a explicar e fazer uma apresentação eu me preparo. Como que vai ser essa apresentação? Quanto tempo eu tenho? O que que eu posso fazer nessa apresentação? Que recursos eu tenho?


– Ótimo!


– Durante é uma coisa muito interessante, porque as vezes assim, a pessoa vai fazer o TED, por exemplo. Vou fazer um TED. O TED é o dia inteiro. O momento da sua explicação não é o dia inteiro, é só aqueles minutos ali, que você está explicando. Então o que você faz durante o evento, mas antes da sua explicação, e durante o evento e depois que você explicou, entendeu? É o tempo ali. Então, antes, durante, depois! E aí depois que acabou tudo, você vai embora, o que que vai acontecer? O que que você quer que aconteça? Você quer que a sua audiência volte no seu assunto, na sua ideia. Você quer que ela retorne, que ela te ache de novo. Então aí você tem que direcionar, como é que ela vai te achar? Entendeu? Então é por tempo. Antes, durante, depois… Outro jeito de ler o mapa… Por espaço. São assuntos transversais, que sempre estão. É tempo, espaço e relação. O espaço é o ambiente, que é o físico, a coisa física, material… A atmosfera que é o invisível, é o campo formado por aquelas pessoas que você, que estão assistindo a sua palestra naquele momento. E no meio dessas coisas todas, num sanduíche ali, é onde acontece a comunicação… A mensagem é transmitida entre o céu e a terra, é meio isso, é meio entre o material ali e a atmosfera que é invisível… Tudo isso influencia nesse momento, tá? E o terceiro jeito de ler o mapa, é pela relação. Ou seja, é você… Você o outro, e o que acontece no meio, que não é nem você nem o outro.


– Você, o outro e o que acontece no meio! 


– Tem uma coisa no meio. Tem uma coisa no meio que é o “nós”. É a relação. E essa relação, ela pode ser de você para muitos, de você para um, e as vezes você, você controla isso. E é muito interessante, eu fui assistir você no “Bagagem” na última sexta feira…


– Bagagem é o meu espetáculo solo, para quem não viu, vá ver… Todas as sextas feiras…


– Ah, não é possível que quem assiste o BallasCast não sabe o que é o “Bagagem“…


– Ah, tem gente que mora fora do país, e fora de São Paulo…


– Ah, pessoal de fora… Existe um espetáculo chamado Bagagem que é incrível e no meio do espetáculo você se aproximou de uma pessoa. Naquele momento criou uma relação mais próxima de você com aquela pessoa, e a plateia inteira virou espectadora daquele momento. Depois você voltou, e nós viramos o seu outro lado, entendeu? Então pensar nessa… Para que que serve esse mapa? Para você conscientizar! O que que você faz antes? O que que você faz durante? O que que você faz depois? O durante é o seu assunto, o aqui agora. É você dizer sim! Vocês está fazendo uma palestra, acaba a luz, o que que você faz? Pô! Continua… Usa aquilo… Faz… Então o antes, durante, depois fala muito disso… O tempo, o espaço, ele fala muito de como você consegue se adaptar nesse espaço, e a relação… A relação, ela fala dessa coisa mágica, é exatamente onde acontece o entendimento.


– Muito legal! Muito legal porque você está falando uma coisa e as vezes pode parecer até complexa, e ela é complexa num certo sentido e é legal para a pessoa entender, porque as pessoas querem apresentar coisas, “Ah quero apresentar uma palestra”, “Ah, quero dar aula”, e não entendem que para isso eles precisam se preparar, como tudo… Para fazer uma palestra incrível você tem que ser preparar bastante, muito…


– Isso… Isso…


– Né? E as vezes eu vejo até emprese, né? Muito comum ver… O diretor vai lá, quem preparou a apresentação é o assistente, e aí ele está descobrindo a apresentação meia hora antes de entrar… Então, claro, a palestra dele não vai ser incrível, não tem como!


– Não… Exatamente… Não tem segredo! Então as pessoas falam “Ah, o Steve Jobs“, adoram esse exemplo, né?


– Sim…


– Até hoje… E realmente, o Steve Jobs era um baita apresentador e porque? Porque ele ficava trancado… Ele era louco, né? Então ele se trancava no, na casa de praia com a coaching dele e ensaiava, ensaiava, ensaiava loucamente… Loucamente!


– E claro, as vezes dá impressão que quando o cara é bom, que você está falando ali natural, nossa… Mesmo pra mim, “Ai Ballas, você faz com tanta facilidade, você não fica nervo, né? Queria ficar que nem você assim, tranquilo”, não! Eu fico nervoso! Eu fico tenso antes, só que como você falou, só que, como você falou, e eu aprendi muito com você, eu me preparo, eu faço toda a lição de casa, eu sei minha palestra de cor, eu sei todos os slides, eu preparei, a gente fez juntos… Então, tem toda uma preparação antes, porque? Porque na hora o show é seu, mas você tem toda a preparação. Que acaba tendo tudo a ver com o improviso, por isso que você falou, que as pessoas acham que improviso é gambiarra, que é fazer tudo de qualquer jeito, e muito pelo contrário, para você improvisar, você precisa saber muito sobre o assunto sobre o qual você está improvisando. Então eu, para falar sobre o improviso, eu precisei, contratei você, contratei a Ana, que é a sua assessora, a gente fez um time, tal, até chegar numa minha palestra que eu falei “Agora tá legal, agora eu posso vender ela no mundo corporativo”, né?


– Vou aproveitar o gancho e vou… Esse exemplo, você para mim… Foi um super exemplo, porque assim, se eu pegar você e jogar num público, teatro com 100 pessoas, nem te falar, nem passar o briefing direito, você segura a plateia. você tem essa habilidade! Mesmo assim, você se prepara muito mais do que muita, muito executivo que eu conheço que precisaria se preparar e não se prepara, entendeu?


– Sim… Sim…


– Então você, tem já isso na sua cabeça, você tem a preparação como algo importante… E é importante mesmo! Mesmo sabendo que você tem habilidade, que se der algum problema, alguma besteira, você se vira! 


– Sim…


– Entendeu?


– Sim…


– Então você tem uma habilidade, inclusive o seu trabalho é esse, de usar o que acontece ali, entendeu? Então essa habilidade de saber usar o que está, o que emerge no momento, é fantástica, é incrível! É incrível! Mas isso não descarta a preparação… É isso que é legal…


– Muito legal! Muito legal! E para a gente encerrar, alguma frase, alguma coisa que você acha que tem a ver, um dito, qualquer coisa… Abre aspas… Diga…


– Três coisas rápidas… A primeira delas é, se prepare! E na hora de preparar, cuidado com o excesso! Nada em excesso! Segunda coisa, preparação tem limite! Limite porque não tem, não adianta, você nunca vai saber o que vai acontecer no momento real…


– Legal…


– E o terceiro é, respira! Quando você está lá em cima do palco falando, você já se preparou, você já está… Respira! Na hora que você deu uma travada, respira! Respirar é uma, é uma das coisas mais incríveis que o ser humano inventou…


– E assim terminamos o nosso segundo episódio, thank you, ladies and gentlemans...


Fim do episódio!


(Música)


Muito bem, muito bem, muito bem, chegamos ao final de mais um episódio (AAAHHH) mas na segunda feira que vem tem mais (EEEHHH)


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Então… Thank you very much


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