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BallasCast – Episódio 86 – Entrevista com Luciano Pires (Parte 2)

EPISÓDIO 86 - ENTREVISTA COM LUCIANO PIRES (PARTE 2).


Senhoras e senhores, ladies and geeeeentlemaans, madames et messieurs, iconoclastas e iconoclastos, está começando mais um…


BALLASCAST…


MÚÚÚSICA!


Olá, olá, olá seja exauridamente bem-vindo ao BallasCast. Para você que vem toda semana, welcome again, todas as segundas feiras, aqui no seu ouvidinho. Para você que está chegando pela primeira vez, saí daqui porque esse é o episódio 2 de uma entrevista que já começou. Então ouve primeiro o episódio 1, tem uma ordem… A ordem… Mas se você quiser ouvir agora, ouve, afinal você é livre, você é free! Do you wherever you want!


Então vamos continuar a entrevista hoje, com ele que é, mega-ultra-especialista em podcast, ele é o que a gente chama de provocador profissional, palestrante, vloger, um monte de coisas junto, senhoras e senhores recebam ele… Luciano Pires…


PALMAS!!!


(Música)


– Agora me fala uma coisa de monetizar, de grana, não de grana no sentido de… De grana mesmo… Para eu entender, que é uma pergunta que eu te fiz também, e eu queria que as pessoas entendessem, porque um dia você foi a primeira pessoa que… Porque assim, eu comecei a fazer o podcast para fazer conteúdo, para compartilhar, para ter um canal com as pessoas, e você falou, “Não, é possível monetizar, ganhar grana com isso”, apesar de que ainda no Brasil, ainda é muito tímido. Como é que é? De onde que é possível? Quais são os…


– Entao… Eu levei 7 anos para começar a ter alguma entrada aqui, tá?


– 7 anos?


– Porque eu também montei assim, com essa tipo de pensamento… Eu vou criar um canal de comunicação que eu possa levar a minha mensagem adiante, assim meu nome fica conhecido, as pessoas me contratam e eu vou ganhar dinheiro fazendo palestra, né? Isso era muito mais barato do que botar um anunciozinho na Revista Exame, né? Então foi assim que ele nasceu. E ele cresceu de uma forma tão rápida, que um belo dia eu falei “Cara, talvez dê para fazer alguma coisa”, e eu acabei arrumando patrocinadores. Então, tem um canal, que é o canal da mídia tradicional, onde você encontra um patrocinador, ele vem e faz um reclame no teu podcast, né? Qual é a grande diferença aqui, que tem muita gente que não entendeu ainda? O reclame que eu digo não é um spot feito por uma produtora, por uma agência de publicidade, com locutor profissional que eu paro aqui agora e entra aquela maldição aqui e me detona, não. No podcast, é… Eu, podcaster, fazendo uma fala a respeito do meu patrocinador, né? Então não é interromper, não. Ele vai fazer parte. E quando a gente consegue fazer isso bem feito cara, é irresistível. Porque além de você falar do teu patrocinador tem um endosso, sabe? Do podcast, que é um negócio brutal, né? Então esse é o caminho tradicional, qual é o problema dele? Ele tem o problema de métricas, que ele é muito complicado, ele não tem a métrica do rádio, que puta, é uma métrica mentirosa, mas ele não tem a métrica do rádio.


– Não tem, né?


– Não!


– Não tem, né? Difícil, né?


– Não, IBOPE de rádio, isso é furada… Isso é conversa, né?


– É mesmo?


– É… Você vê… Qual é o IBOPE? 7 mil ouvintes por minutos… De onde vem isso? Ah, o IBOPE falou… Ouviu a gente que está no carro… Não, a gente não ouve ninguém no carro, não ouve rádio em automóvel, não está no IBOPE… O IBOPE é só rádio e residência… Quem é que ouve rádio em residência, cara?


– Olha, isso é novidade, hein?


– Não é? É uma encrenca… É uma encrenca! Mas isso é histórico, e as agências estão acostumadas com essa coisa, então na hora de medir a audiência de podcast complica muito, porque a audiência em podcast é uma coisa bastante relativa, né? Contar números de downloads já é um puta problema…


– Já é difícil, né?


– Porquê? Os sistemas que contam hoje, eles são todos meio com o pé quebrado, e nenhum deles garante que o programa, nem que foi baixado inteiro, nem que foi ouvido todo. Garante que teve download, né? O que teoricamente não é um problema, porque os caras assinam a revista Veja e você não tem garantia nenhuma de que foi lida.


– E não leem, é verdade!


– Então, esse argumento cai por terra… Mas não existe um IBOPE de podcast, não existe um negócio falando “Aqui está a listagem”, né? Ele é muito complicado, então para um mundo acostumado a medir a audiência com uma mídia tradicional o que se especializou em medir a audiência pela mídia de internet, eu vou medir ali os acessos e tudo o mais…


– Os views e tal…


– Você chega com o podcast que está no meio das duas, o podcast ele é uma parte dele digital e uma parte dele é analógica, cara. Então quando você cruza as duas coisas é muito difícil medir, e isso cria um nó, na hora de você falar da medição, essa é a maior coisa… Outra coisa importantíssima cara, podcasts não se medem por volume, mas pelo engajamento de audiência. Então cara, eu posso ter um podcast com 3 mil downloads, que é um podcast com bastante tímido, e com uma relevância brutal cara, porque eles são ouvidos pelos caras certos…


– Sei, qualitativo, né?


– O podcast de criação de boi, quem escuta é criador de boi cara, para mim que sou um fabricante de ração bovina, esses caras tem mais relevância do que um anúncio na Rede Globo


– Sim…


– Sem contar que eles vão custar uma fração mínima do que custaria na Rede Globo


– Sim…


– Agora, para você ter que incutir na cabeça desses deslumbrados do marketing de que eu vou apostar numa coisa que não tem nenhum glamour, que é um anúncio num podcast, contra uma coisa que tem todo o glamour do mundo, que é um anúncio de página  inteira na revista Carta Capital, na banca de revistas, né? Ou na revista XPTO, não importa… Ali tem glamour, o cara “Tá aqui a revista… Tia, olha o meu anúncio aqui… Olha a minha foto aqui.”


– Sei…


– Você não consegue fazer isso com o podcast, então há um problema cultural de interpretação do mercado sobre essa mídia, né? De como é que eu posso anunciar nela, é difícil de fazer, né? Mas ela tem esse lance de engajamento, que é um negócio que nenhuma outra mídia tem… Mas não tem mesmo, cara! Posso contar uma historinha?


– Opa! Claro… Ótimo!


– Eu tenho vários patrocinadores meus, que eu fui deles e um dia que eu percebi a dificuldade eu falei “Cara, só faz sentido eu botar você no meu programa, se você tiver um canal que os ouvintes possam relatar, então eu não quero falar o anúncio de você e no final dar um site, isso não me interessa. Deixa eu dar uma rede social.”


“Ah, pô… A gente tem…”


Aí eu peguei o caso da Prudence, que é…


– Preservativos, né?


– Preservativos!


– Legal!


– Cara, o site, a página da Prudence,  um milhão e cacetadas de ouvintes, pô… Gigantesca, né? E eu viro para os caras e falo “Bicho, cria por favor uma página da DKT”, que é a fábrica, quem distribui Prudence, e o cara olha e fala “Não tem o menor sentido, cara… Página, produto é o que interessa”, e eu falo “Não, no caso aqui não é ela. Vamos criar a página da empresa que eu vou falar sobre o teu modelo de negócio, eu não vou falar de vender camisinha, e deixa eu anunciar”, e aí eu começo a anunciar e a turma começa a ir naquela página, e aí numa reunião de marketing, alguns meses depois, eu chego lá e começo a reunião, onde eu projeto na parede um vídeo que eu fiz, eu filmei a tela do Facebook e eu fui na área de comentários, cliquei na área de comentários, cliquei no scroll dawn, e aí começa a ficar correndo os comentários que estavam entrando ali…


– Uau…


– E eu faço a apresentação e durante três minutos fica na tela comentário correndo, e qualquer comentário daquele dizia “Cheguei aqui por causa do Café Brasil, parabéns pelo Café Brasil, que lega vocês patrocinando o Café Brasil“, e eu terminei a apresentação e falei para os caras “Bicho, mostra pra mim um e-mail que você recebeu da revista Playboy, da Rede Globo, dos anúncios que você fez em qualquer outra mídia, e que teve alguém escrevendo para você dizendo, muito obrigado por patrocinar”, o podcast tem e nenhuma outra mídia tem, entendeu? Então imagina o seguinte, parei o que eu estou fazendo para acessar o site de um cara que não tem a menor importância para mim, e para deixar para ele uma mensagem, para dizer que “Cara, muito obrigado por patrocinar o programa que eu amo”, essa marca nunca mais vai sair da cabeça do cara.


– É, né?


– E eu recebo e-mails toda hora, o cara manda a foto para mim “Vim comprar preservativos, adivinha qual eu comprei? Ele comprou, com Prudence na mão…


– Prudence na mão…


– E só fiz isso porque está marcado na minha mente…


– Olha, interessante…


– Como esse é um momento de branding cara, não tem nada igual, né?


– É…


– Agora, você não passa isso num folheto, entendeu? Então é muito difícil a monetização pelo caminho natural aí… E tem outro problema muito sério, cara… O volume de dinheiro que se aplica em podcast é muito pequeno…


– É baixo, né? Por isso que me estranha o fato de, eu acho que isso vai mudar, eu ouvi você lá, e agora eu ouço você fazendo, porque o investimento é baixo, e claro… Isso que você falou, você fez uma coisa muito legal, que é metrificar, né? Porque você falou outra coisa assim… Outro dia até… Eu tinha… Já faz um tempo isso… Eu tinha mais de 100 mil downloads, mas ainda é difícil… Os números são difíceis, então como é que o cara vai… Quem está ouvindo? Como? Você achou um jeito do cara realmente ter… E eu vejo, ouvindo você falar, eu falo “Poxa, é bem possível”, e não é caro, né? Esse é o fato de ser interessante, né?


– Não, então… O fato de não ser caro deixa ele não atraente para as agências de publicidade, as agências por exemplo, entendeu? Elas não têm interesse… Porque que eu vou gastar puta energia…


– Ah, porque ela vai ganhar pouco também com isso…


– Para fazer uma proposta de 10 mil reais por mês para um cliente do qual eu vou ganhar 2 mil…


– É barato demais…


– Para… Isso é muito barato… Isso aconteceu, cara… Eu tive caras meus, contratados para vender podcast, que me ligou para dizer o seguinte “Bicho, você tem que aumentar o preço, porque eu não consigo nem entrar no sistema, porque é muito baixo o valor”, né?  Então você vê… tudo luta contra… Tudo luta contra, né? Então esse é o aspecto para quem quer usar a mídia tradicional!


(Música)


– Aí tem o outro lado, que é o outro lance… Bom, então vamos fazer que os ouvintes financiem o podcast, cara eu tenho 100 mil downloads, se cada cara der 1 real, eu tenho…


– 100 mil reais…


– Puta que maravilha, né? Vamos agitar! Problema… Primeiro que brasileiro odeia pagar qualquer coisa que ele possa obter de graça, então o que circula pela internet é de graça, e fim de papo, e se você se atrever a falar que vai cobrar, você vai ser triturado, como eu fui…


– Foi?


– Porra!


– Porque eu achei boa a ideia…


– Mais do que eu apanhei, é quando eu comecei a falar a respeito em 2014, cara tem nego que me xinga até hoje…


– Caramba!


– Até hoje eu sou ofendido por gente que diz que eu sou um mendigo, que eu estou querendo pedir dinheiro etecetera e tal, né? Esse é o primeiro ponto… Segundo ponto, é a questão de, é difícil fazer o pagamento porque as tecnologias não estavam bem desenvolvidas, e agora estão… Agora você pode comprar uma coisa por 1 real na internet. Entrar nos sistemas de assinatura, entendeu? Então já vencemos essa barreira, né? E o terceiro ponto, é você fazer com que essa pessoa fale “cara, essa coisa vale tanto que eu vou pagar por ela”, né? Cara, eu não pago Netflix?


– Claro!


– Porque? Porque tem o valor dentro. Eu não pago a Coca Cola? Eu não pago o ônibus? Eu não pago o saquinho de batatas? Então como é que eu quero sentar na frente… Eu não pago o ônibus? Como é que eu quero sentar no ônibus que eu pago, comendo uma batata que eu pago, tomando a Coca que eu pago, pra ouvir um negócio que eu não pago? Porque que você não paga? “Eu não pago porque não tem sentido pagar, porque sempre foi gratuito”, né? Então o que eu fiz de 2015 para cá, foi mpntar um projeto, onde eu pudesse criar uma base de assinantes que concordassem em pagar pelo podcast. E eu criei primeiro a Confraria, que era uma assinatura de 10 reais, vieram 1200 caras concordando em pagar, para receber o que eles recebiam de graça. E aí tá o grande lance. Porque que vieram, cara? Vieram pelo tesão de contribuir por algo que agrega valor a vida deles. Então os caras falam “Eu pago sim, cara. Eu quero pagar 10 reais para receber o que eu teria de graça, porque eu acho que você merece essa grana para poder crescer e expandir esse negócio.”


– Mas você começou a dar a eles um conteúdo para eles um pouquinho…


– Essa é a audiência que você pediu a Deus, cara… A audiência que vem porque vê valor naquilo que eu faço…


– Sim…


– Não é porque eu sou modinha, entendeu? Ele vê valor a tal ponto que ele tira dinheiro do bolso. E quando eu vi que essa audiência veio, eu criei o segundo projeto, que era o Café Brasil Premium, onde eu falei “Agora, eu vou dar um puta conteúdo”, entendeu? Então agora não é mais 10, agora é 37. Agora, por 37 cara, tem um conteúdo gigantesco que quem paga 10 não tem, ou quem recebe de graça não tem… Então eu fui criando, você vai subindo um degrau, né?


– Sei…


– Quanto mais conteúdo você quer, mais você paga…


– Ótimo!


– E eu estou em cima desse projeto agora, que é desenvolver um projeto de assinatura, onde eu possa, através da entrega desse conteúdo fazer com que os ouvintes, de novo liberdade total, eu não dependo mais de um patrocinador, agora eu tenho 30 mil… Eu tenho uma base de 200 mil ouvintes, que se eu conseguir transformar em assinantes, acabou cara. Na hora que um ouvinte falar “Não quero mais”, não tem problema nenhum, vai entrar um outro no lugar. Se um patrocinador falar “Não quero mais”, já tem um puta problema, entendeu? Porque ele leva embora uma grana importante, então eu acho que o caminho é esse, natural recorrente, e a gente está aí…


– Pô, muito legal… Porque você está achando modelos, que meio que nem existem e acho que é bom pra todo mundo, é bom para o mercado, é bom para quem quer anunciar, é bom pra quem vai vir, espero um dia o BallasCast vender assim, mas acho que de qualquer jeito é muito bacana de ver como é que você trabalha essa mídia e faz ela acontecer, e acho que, daqui há alguns anos você vai estar feliz porque vai ter aberto um, é quase que um mercado, né? Num certo sentido… Porque o que você falou, se não tem quem compre, né? Você tem que gerar, gerar, gerar, até entender, falar… Até que… E eu acho que está indo devagarzinho, né?


– Sim! Você tem o trabalho de… Você tem que educar o mercado para que ele entenda que isso existe valor e eu quero pagar por isso, né? E eu não quero pagar porque estão me cobrando, eu quero pagar porque eu, Ballas eu gosto tanto do seu trabalho que eu preciso que você continue cara, e eu acho justo que você ganhe alguma grana, pra que todo mundo dando um pouquinho de grana, dê o suficiente para você falar “Cara, eu posso viver disso”… Porque a hora que você fala isso, o que que vai acontecer? O Ballas vai jogar toda a energia dele nesse processo, ele não está preocupado aqui, “Puta, onde é que eu vou arrumar dinheiro para a conta da luz?


Está vindo… Então vai ficar cada vez melhor, vai melhorar cada vez mais o teu trabalho se eu ajudar, e quando eu falo “se eu ajudar”, eu ajudando você sozinho com 2 reais, é nada. Agora, 10 mil caras com 2 reais, muda tudo, entendeu? Não pesa para ninguém e para você faz toda a diferença e transforma você num produtor de conteúdo capaz de mudar a vida dessas 10 mil pessoas, né?


(Música)


– Momento perguntas e respostas rápidas… Um país que eu gostaria de morar 5 anos, seria…


– Hoje seria Portugal


– Portugal


– Pela porta de entrada para aquele mundo maravilhoso que é a Europa, né?


– Uma coisa que eu não vivo sem é…


– Música!


– Música. Três coisas que eu amo muito…


– Puta, eu gosto muito de assistir filmes, de cinema…


– Cinema!


– Embora eu não vá mais ao cinema… Eu gosto muito de escrever meu material, meu conteúdo, de fazer meu conteúdo, de preparar meu conteúdo… E adoro palestrar!


– Também gosto de palestrar!


– Puta, como eu gosto de palestrar!


– Quando você espirra, gosta que as pessoas digam…


– Saúde!


– Obrigado! Uma frase que você ouvia da sua mãe ou do seu pai quando você era criança, uma ou outra que você lembra… Pode ser uma bronca, um conselho… Uma ou outra, uma ou duas que você lembra…


– Meu pai falava que existe gente esperta e existe gente inteligente… Gente esperta vai ter muito sucesso na vida, o inteligente nem sempre, né? Então ele falava “Meu filho, cuida disso aí”, ou é inteligente ou é esperto, né?


– Uau…


– E hoje em dia isso tem uma implicação moral brutal, né? Que os espertos que não tem moral nenhuma e os inteligentes cheios de moral se ferrando aí, os espertos fazendo vantagem, né? Isso gerou até uma palestra minha… “Tudo bem se me convém”


– Tudo bem se me convém… Para terminar uma frase que você gosta, uma frase que pode ser sua, pode ser de outra pessoas, uma frase que te inspira, uma frase que você acha bacana, divertida, legal, bonita, pode ser um título do seu livro. Qualquer frase para deixar para os ballascaters


– Então eu vou repetir essa que eu falei agora pouco aqui, cara… Tudo bem se me convém, porque eu acho que esse é o mal do Brasil hoje, cara. O brasil entrou num sistema, num processo tal em que muitos brasileiros usam isso para a vida deles… Tudo bem se me convém… Meu, isso está errado… Tudo bem, me convém… Cara, essas pessoas que você está se associando são bandidos, tudo bem, me convém… Meu, não toma essa decisão porque o que você fizer você vai sacanear as pessoas… Tudo bem, cara… Me convém… E quando você olha o que está acontecendo no Brasil, é isso cara! Dane-se o resto e eu topo qualquer parada, eu vou contra a lei, eu dou um nó na Constituição, eu sacaneio as pessoa porque me convém… E quando tudo bem se me convém, cara… Vira essa bagunça que a gente está vivendo aí… Um país com crise moral!


– Muito bem! Nosso provocador profissional… Luciano Pires! Obrigado Luciano!


– Prazer estar aqui… Um abraço!


– Obrigado!


(Música)


Muito bem, muito bem, muito bem chegamos ao final de mais um episódio (AAAHHH) mas na segunda feira que vem tem mais (EEEHHH).


E se você ainda não entrou no BallasCast, que é o grupo que a gente tem no Facebook, entra lá, que eu dou várias informações exclusivas, explosivas, especiais… Entra lá com nós, e vamos agora ao nosso momento merchan…


“Ballas, eu ouvi sobre a sua palestra de improviso e criatividade que você faz para grandes públicos e tal, eu queria trabalhar só o meu time, entendeu? São poucas pessoas… Eu queria levar você na minha empresa, como é que eu faço? Você tem alguma coisa?”


É fácil! Basta você contratar o meu workshop corporativo de improviso e criatividade que eu vou até você… É só você entrar no marcioballas.com.br


É isso aí!


Muito obrigado pela sua presença. Muito obrigado por você estar com o seu tímpano aqui conosco…


Thank you very…


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See you next Monday…


Bye bye!


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